O Conseg Parque São Jorge realizou sua reunião ordinária na última quarta-feira, dia 14, e contou com a presença de representantes da Polícia Civil, da Polícia Militar, da CET, da Subprefeitura Mooca e da Guarda Civil Metropolitana. A reunião aconteceu na Unicid e foi conduzida pelo presidente da entidade, Eduardo Almeida.
Entre as demandas apresentadas, uma moradora reclamou de veículos estacionados diante de guias rebaixadas e em locais proibidos na Rua Coronel Souza Reis. Ela denunciou também que as placas de trânsito têm sido furtadas. Outro morador solicitou atenção para uma reivindicação antiga da instalação de um semáformo na esquina da Rua Tanquinho com Avenida Celso Garcia. Poliana Almeida, representante da CET prometeu apresentar devolutivas na próxima reunião.
Um morador relatou alagamentos na Rua Adelino de Almeida Castilho, em frente ao número 33, e questionou a falta de bocas de lobo e de drenagem suficiente. Eduardo Foca, representante da Subprefeitura Mooca, informou que apresentará estudo sobre o assunto.
OPERAÇÃO CESÁRIO GALERO
O subcomandante do 2º Batalhão de Trânsito, major Costa Pereira, relatou que já foram realizados nove dias de operações, realizadas nas últimas quatro semanas, na região da Rua Cesário Galero. Segundo ele, até agora foram fiscalizados 949 condutores; 817 submetidos ao teste do etilômetro.
70 autuações por suspeita de condução sob efeito de álcool e recusa ao teste, além de duas motocicletas e 24 automóveis apreendidos, e ainda 206 outras multas aplicadas.
Ele disse que o batalhão está empenhado em reduzir a perturbação do sossego na região e que serão apresentadas medidas para reduzir o barulho e a ocupação irregular junto aos bares, com três propostas que já foram encaminhadas à Subprefeitura Mooca; entre elas, a instalação de gradis nas calçadas e a proibição de estacionamento após às 23h00.
Eduardo Almeida, disse que o Conseg está organizando uma reunião de conscientização com os proprietários dos bares. Também houve contato com estudantes e atléticas, com resultado positivo.
Almeida também reforçou a necessidade dos registros formais das ocorrências, que auxiliam os órgãos públicos a identificar onde os problemas se concentram, planejar ações e justificar prioridades.



