Na última segunda-feira, dia 14, o Conseg Parque São Jorge reuniu representantes das polícias Civil e Militar, da GCM, da CET, da Subprefeitura da Mooca, síndicos, comerciantes e moradores para discutir a agenda de segurança e zeladoria da região.
O presidente da entidade, Eduardo Almeida, afirmou que a sede da Inspetoria Regional da Mooca, atualmente instalada no Parque Dom Pedro, está em local de difícil acesso, o que pode levar até duas horas de deslocamento até o Tatuapé. Ele afirmou que os sete CONSEGs da região buscam a realocação da inspetoria. Informou também que foram encaminhados vários ofícios solicitando reforço de efetivo e integração da área do Tatuapé, evitando transferir o problema entre subdistritos.
O comandante da GCM, presente à reunião, destacou que a estrutura atual se mostra insuficiente para a extensão territorial, mas que tecnologias como Smart Sampa, reconhecimento facial em UBSs, helicóptero Smart Cop e drones apoiam o planejamento das ações.
PANCADÕES
Almeida destacou que a megaoperação contra a perturbação do sossego na região da Rua Cesário Galero vem sendo considerada efetiva, como a da última quinta-feira, dia 17, mas não poderá ser repetida toda semana. Ele informou que realizou reunião com as atléticas da Unicid, que se comprometeram a buscar ambientes fechados para seus eventos. O delegado titular do 52º DP, João Batista Filogônio, destacou que o ato continua sendo tratado como contravenção penal, com pena de 15 dias a 3 meses. Ele defendeu uma revisão legislativa da tipificação; casos coletivos com moradores formalmente identificados foram apontados como mais capazes de avançar junto ao Ministério Público.
Furtos de celulares e correntes foram relatados nos quarteirões das ruas André Vidal, Henrique Sertório e Felipe Camarão, e nas proximidades da Celso Garcia e do Fórum. Moradores foram orientados a registrar boletins de ocorrência, essenciais para formar estatísticas e justificar operações específicas.


