Segurança – Crimes violentos no Tatuapé são quase zero

Segurança – Crimes violentos no Tatuapé são quase zero

Durante a reunião do Conseg Tatuapé, o capitão Felipe Lima Simões, comandante da 1ª Cia. do 8º Batalhão da PM, afirmou que a maior preocupação dele e de sua equipe é com crimes relacionados ao patrimônio na região. Lima afirmou que, nos primeiros cinco meses do ano, praticamente não foram registrados homicídios e latrocínios, tirando alguns casos diferenciados de violência, como a execução de um suspeito acusado de roubos ocorrida na região do Jardim Anália Franco.

O capitão afirmou que, de janeiro a maio deste ano, houve uma redução de 30,2% no número de roubos de veículos (foram 108 no total). Quanto aos furtos outros (gerais), a queda foi de 2,64% (1.252 no total). O único índice que se elevou 5,48% diz respeito aos furtos de veículos (nos últimos cinco meses foram 538 casos, com 81 veículos recuperados). De acordo com o comandante, atualmente existe uma ação na Rua Francisco Marengo próximo à Rua Passou Ourique. “O motivo do policiamento ostensivo diz respeito ao fato de na área existirem colégios, igrejas, clínicas e um hospital particular de grande porte. Além disso, precisamos também dedicar uma atenção a outros endereços como as ruas Santa Gertrudes, Professor Pedreira de Freitas e Conta Vento”, informou.

Abusos próximos a bares continuam”

Lima ainda fez questão de frisar as vias que fazem parte do roteiro de bares da região, como as ruas Coelho Lisboa, Itapura, Serra de Japi, Emília Marengo, Bento Gonçalves, Praça Ituzaingó, entre outros endereços. “Nesses locais, tentamos conter os abusos relacionados à ocupação das vias pelos frequentadores dos comércios, verificar questões ligadas ao tráfico de drogas e ainda conter o número de furtos de veículos, estepes e objetos deixados dentro dos carros em ruas do entorno”, esclareceu.

A mesma preocupação da PM se dá com relação às ruas próximas às estações Carrão e Tatuapé do Metrô. Muitas pessoas estacionam seus carros na parte da manhã e só retornam à noite. Nesses casos, bem como nos anteriores, a polícia afirma que precisa de informações da população, como características de suspeitos e horários de atuação deles, além do apoio da Prefeitura, melhorando a iluminação e limpeza dos locais.

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