Moradores das ruas Elvas e São Jorge são desrespeitados

Moradores das ruas Elvas e São Jorge são desrespeitados

Moradores do Parque São Jorge voltaram a reclamar de problemas no trânsito da Rua Elvas. Como a via é estreita, e não há placas de proibido estacionar, os veículos estacionados dos dois lados da rua praticamente impedem a circulação de ambulâncias, caminhões da Enel (antiga Eletropaulo) e da coleta de lixo. Esse fator tem feito com que pessoas idosas não recebam o atendimento de emergência, bem como os serviços de religamento em postes e a retirada de detritos do endereço fiquem comprometidos. Outra questão está relacionada aos próprios moradores que não conseguem acessar a garagem de suas casas, pois não passam entre os outros carros parados.

A reivindicação das pessoas está registrada na CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e passa por análise pelo menos desde março de 2018 e, até agora, não teve uma ação conclusiva, apesar de sua gravidade.

O risco de acidentes aumentou”

Para o morador Daniel Vannucci, é absurda a realidade de quem vive no local. “Já reclamei diversas vezes porque, além da dificuldade da passagem dos veículos de serviços essenciais, caminhões de mudança também não conseguem chegar”, destacou. Vannucci frisou ainda que, como a ambulância não passa, os socorristas precisam descer a maca na rua, que é de paralelepípedo, e seguir até o imóvel do paciente. Ele aproveitou a oportunidade para solicitar a troca da placa da rua, cujo nome está totalmente apagado.

Outra sugestão entregue à CET há dez meses diz respeito à mudança de mão de direção da Rua São Jorge. Moradores vizinhos pedem a avaliação da Companhia para a possibilidade dela ser transformada em mão única, já que estão ocorrendo diversos conflitos no trânsito, principalmente de motoristas que seguem na direção da Marginal Tietê ou que saem de uma universidade localizada na Rua Antonio Macedo. Segundo Antonio Batista, muitos condutores não respeitam a velocidade da via e outras sinalizações. “A falta de fiscalização sobre os abusos eleva o risco de acidentes e de atropelamentos, devido ao grande número de circulação de estudantes nas imediações”, concluiu.

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