Com tradução e direção de Jô Soares, Adriane Galisteu, Otávio Martins e Petrônio Gontijo desdobram-se em dois papéis cada um para contar a história, que se passa em dois tempos, em 1995 e 1960, de duas gerações de uma família em que os filhos não conseguem entender as atitudes dos pais no passado, no espetáculo “Três Dias de Chuva”.
PRIMEIRO E SEGUNDO ATO
No primeiro ato, que se passa em 1995, vemos o jovem Walker (Otávio Martins), sua irmã Anna (Adriane Galisteu) e o amigo Pip (Petrônio Gontijo), filhos de dois grandes e renomados arquitetos, Ned (Otávio) e Theo (Petrônio). Com a recente morte de Ned, os filhos se reúnem para a leitura do testamento. Ao descobrirem que parte da herança é dada a Pip, os irmãos discutem e julgam o passado do pai, acusando-o de ser ausente em suas vidas.
No segundo ato, que se passa em 1960, o jovem Ned e seu sócio Theo sonham em construir grandes obras e firmar seus nomes como arquitetos.
SERVIÇO
“Três Dias de Chuva”. Até 15 de dezembro no Teatro Raul Cortez (Rua Dr. Plínio Barreto, 285, Bela Vista). Ingressos: sexta às 21h30; sábado às 21 horas e domingo às 19 horas. Ingressos: sexta e domingo, R$ 60,00 e sábado, R$ 70,00. Mais informações no telefone 3254-1631.

