Durante a reunião do Conseg Tatuapé um dos membros da equipe de marketing do Teatro Fernando Torres, Alexandre Teixeira, localizado na Rua Padre Estevão Pernet, 588, e pertencente ao Colégio Agostiniano Mendel, foi pedir ajuda à Polícia Militar para minimizar a quantidade de assaltos que vem ocorrendo contra os espectadores das peças.
FURTOS E ROUBOS
Segundo ele, além de levar os carros que ficam estacionados na rua do teatro ou em vias próximas, os bandidos também abordam as pessoas quando elas chegam ao local. Os roubos também ocorrem contra comerciantes do entorno, que são ameaçados por usuários de drogas. Teixeira afirmou que o momento mais complicado se deu na semana passada, quando homens vestidos com um uniforme igual ao da empresa que presta serviço ao estacionamento do espaço cultural renderam os funcionários e levaram uma grande quantia em dinheiro.
DE QUINTA A SÁBADO
Ainda com relação ao teatro, o representante do teatro ressaltou que os piores dias são de quinta-feira a sábado e, por isso, fez a solicitação de uma possível ronda nas proximidades. Após frisar que não está entre os responsáveis pelo Agostiniano Mendel, ele comentou que as mães dos alunos costumam ser abordadas por assaltantes na porta do colégio, nos horários de entrada e saída dos estudantes. Com isso, Teixeira também perguntou ao capitão Marins, comandante da 1ª Cia., se havia como observar o entorno nestes momentos.
FILA DUPLA
Para o comandante, a questão na Rua Padre Estevão Pernet, em frente ao estabelecimento de ensino, é complexa, pois o local tem peruas escolares estacionadas dos dois lado da via e, além disso, pais ou responsáveis pelos estudantes também param seus carros, atrapalhando o trânsito e arriscando a própria segurança. “Lá é preciso ser feito um trabalho de conscientização com pais, a escola e os donos de peruas. Atualmente, quem trabalha ou mora na região é prejudicado pelos congestionamentos que são formados quando a escola abre seus portões”, enfatizou Marins.
DIRECIONAMENTO
Por ter assumido o comando da Companhia há cerca de um mês, o capitão salientou que foi bom ter a noção exata dos fatos naquele local. “Com seis viaturas, para percorrer 7 quilômetros de área, vou direcionar a polícia para o local nos horários de maior trânsito de carros e de pessoas”, avisou o comandante.

