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Home História do Tatuapé O Tatuapé

O Tatuapé e a Revolução de 1924

13/03/2012
emO Tatuapé
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O Tatuapé e a Revolução de 1924
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A revolução de 1924, que durou apenas 23 dias, causou grandes danos a São Paulo, tanto no concernente a prejuízos materiais, como em relação a vidas humanas. Os bairros do Tatuapé e Penha talvez não tivessem sequer sido afetados, não fosse um acontecimento fundamental.

Em 8 de julho daquele ano, o presidente de São Paulo (assim eram chamados os governadores de Estados naqueles tempos), Carlos de Campos, refugiou-se com seus familiares e secretários do seu governo em uma vila pertencente ao bairro: Guaiaúna. Foram acomodados precariamente nas próprias dependências da estação ferroviária, chamada na época de Estação Guaiaúna, atual Estação Carlos de Campos.

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A fuga ocorreu devido a aproximação das forças rebeldes em direção ao Palácio. Naqueles dias, a sede do governo ficava no aristocrático bairro de Campos Elíseos. Com essa atitude, mudava radicalmente o centro das operações bélicas desenvolvidas na cidade. Com o firme objetivo de vencer as forças legalistas, cujo QG provisoriamente fora instalado em alguns vagões de trens estacionados na citada estação, os rebeldes começaram a tomar posições nos bairros da Mooca, Belém e Cambuci.

O tenente Cabanas, importante chefe revolucionário, tomou de assalto a Fábrica Maria Zélia, na Avenida Celso Garcia, já em limites do Belém, nela instalando um centro avançado de operações. Após essa ação é fácil entender que o Tatuapé ficaria sob fogo cruzado em relação às posições dos dois grupos em luta.

Da torre dessa fábrica, Cabanas podia divisar, fazendo uso de seu binóculo, toda a extensa região esparramada do Belenzinho ao Tatuapé. Esse comandante entendia ser aquele um ponto estratégico para impedir o avanço das tropas legalistas procedentes do Rio de Janeiro.

Forçosamente deveriam passar por lá para alcançar o Centro da cidade. Também cientes da importância daquela posição, tropas governistas comandadas pelo general Potiguara avançaram rumo a ela. Pretendiam tomá-la, isto no dia 11 de julho. Não tiveram sucesso, pois os soldados de Cabanas haviam percebido a movimentação desses homens e, devidamente guarnecidos pelas condições privilegiadas, os rechaçou.

As instalações da fábrica a tornavam quase uma autêntica casamata. Os atacantes eram alvos fáceis para os fuzis e metralhadoras dos revolucionários. A debandada foi geral. Pouco mais de uma hora tinha fim o combate. Aqueles que se salvaram do massacre se refugiaram nas matas do Instituto Disciplinar (atual Febem).

As guarnições que protegiam Carlos de Campos e seu séquito eram comandadas pelo general Eduardo Sócrates. Daquele ponto da Guaiaúna, este homem organizava os preparativos para uma ação de grande monta. Objetivo: vencer de uma vez as forças dos insurretos. Para levar avante os planos militares, os comandantes dos dois lados iam espalhando suas tropas por todas as áreas da região, preferentemente as do Tatuapé.

Em vista disso foi grande a movimentação delas pelas terras do bairro. Tanto o setor de baixo como o de cima foram grandemente envolvidos. Abriram-se trincheiras, colocaram-se canhões em pontos estratégicos e principalmente foram invadidas inúmeras propriedades com vistas a alojar os soldados e aproveitar os suprimentos que elas podiam oferecer. Segundo depoimentos fidedignos de velhos moradores, as melhores casas e chácaras foram ocupadas pela soldadesca.

As famílias de Francisco Marengo, Antonio Camardo, de Francisco Ziccardi, de João Frederico Frehse, de Francisco Guadagnoli, de José Cortez Rodrigues e de muitos outros tiveram que abandonar suas residências e se refugiarem em sítios mais distantes ou mesmo em cidades vizinhas. Ao voltarem, tremenda desolação: chácaras devastadas, animais mortos e total falta de víveres. Para os militares, poucos dias depois a revolta se acabou, mas para as famílias dos civis muito trabalho e esforços seriam necessários para a normalização de suas vidas.

A revolução teve ainda mais alguns episódios dramáticos. Um deles foi a tentativa empreendida pelos rebeldes de mandar pelos ares a Estação Guaiaúna e alguns trens cheios de munição lá estacionados.

Essa arriscada operação se traduzia no envio de uma locomotiva cheia de explosivos a partir da Estação da Quarta Parada. Só falhou devido o serviço de um funcionário da Central do Brasil, Aquilino Vidal, mais conhecido por Mestre Vidal, e de alguns de seus auxiliares, que momentos antes desviaram diversos trilhos da ferrovia.

A locomotiva suicida descarrilou quando adentrava os limites do Tatuapé, explodindo em seguida. O poder de destruição que carregava era tão grande, que da Guaiaúna foi visto o enorme clarão resultante. Não obstante as seguidas vitórias do tenente Cabanas, os rebeldes comandados pelo general Izidoro Dias Lopes foram derrotados. Forças de diversos Estados, convocadas pelo então presidente da República, Arthur Bernardes, foram prontamente enviadas para São Paulo.

Chegando a nossa Capital, juntaram-se às forças legalistas que aqui combatiam, tornando impossível a vitória dos revolucionários. Com esmagadora maioria de efetivos, mais ou menos 15 mil soldados contra apenas 3 mil, o governo foi pouco a pouco aumentando o cerco, até conseguir fragmentar as forças antagonistas.

O triste balanço dessa revolta pode ser medido pelos números: 600 pessoas morreram e mais de 5 mil ficaram feridas. Isto, bem entendido, só na área da Capital. Fora desses limites os números são duvidosos, mas acredita-se que foi bem maior o contingente de mortos e feridos.

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