Vila Luíza – Fora do Mapa da Regional Mooca

Vila Luíza – Fora do Mapa da Regional Mooca

Moradores da Vila Luíza continuam a pedir maior atenção da Prefeitura Regional Mooca. Segundo eles, a região passa por uma série de problemas relacionados à falta de zeladoria. Braz Carvalho afirmou que existem buracos no bairro esperando há um ano para serem fechados. “Já fiz vários pedidos à regional e tentei marcar uma reunião com o prefeito regional Paulo Sérgio Criscuolo, mas a agenda dele está sempre lotada. Ele quer se reunir à tarde, mas não tenho como deixar o trabalho para levar minhas reivindicações”, afirmou.

Na Rua Dr. Ismael Dias, esquina com a Rua Ingu, há problemas há mais de um ano

Carvalho lembrou que a condição do piso, parte de asfalto e parte de paralelepípedo, existente na travessa da Rua Dr. Ismael Dias com a Rua Ingu, dá uma mostra de como está a região em matéria de avaliação dos técnicos. “Todas as ruas têm buracos, mas as solicitações para a realização de serviços vão se acumulando e não são resolvidas”, reclamou.

Nova gestão nunca tem dinheiro”

A Praça Júlio Botelho, considerada a mais importante da Vila, por sua extensão e área verde, necessita de poda e iluminação. Como faltam espaços de lazer, o local poderia receber mais investimentos para favorecer os moradores. Contudo, conforme Carvalho, a resposta da prefeitura regional para os problemas é sempre a mesma: não tem dinheiro. “Desde o início da gestão, até agora, o órgão continua sem verba? É estranho isso”, avaliou.

Sobre os problemas no trânsito envolvendo os caminhões da empresa Ultrafer, na Rua Doutor Ismael Dias, o morador afirmou terem melhorado. Porém, na Rua Tiquia, que fica paralela, ele relatou ocorrer o derrame de óleo de dentro do lugar, deixando a via cada vez pior.

Além dessa questão, Carvalho frisou a falta de corte do mato, limpeza e a inexistência de calçadas para os pedestres. No caso da Rua Uparoba, as crateras se alastram por vários pontos, mas também foram esquecidas.

Por fim, a Rua Santo Antonio do Pinhal continua com sérios problemas ligados à Comunidade do Esmaga Sapo. Além de parte dos barracos invadirem a via, muitos moradores usam a pista como uma extensão de suas casas, deixando móveis e geladeiras espalhados.

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