Tragédia

O presidente da França, François Hollande, classificou as mortes nos últimos ataques terroristas no país como “uma tragédia para a nação”. Hollande afirmou que o país continuará vigilante e “não cederá a nenhuma pressão”. Em Dammartin-en-Goële, a cerca de 40 km de Paris, foram mortos os irmãos Said e Cherif Kouachi, suspeitos de terem atacado a revista Charlie Hebdo. Já no bairro de Vincennes, na capital, o sequestrador morto foi Amedy Coulibaly, suspeito de ter matado uma policial.

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