Torturados

A presidente Dilma Rousseff lembrou em cerimônia na segunda-feira, 31, data que marca os 50 anos do golpe militar de 1964, os mortos e desaparecidos políticos na ditadura. Nos anos 1970, a presidente foi presa e torturada por integrar uma organização de esquerda que promoveu a luta armada contra o governo. Além de lembrar dos que morreram e lutaram pela democracia, Dilma fez questão de exaltar os acordos políticos que levaram à redemocratização. Citando a filósofa política alemã Hannah Arendt, a presidente afirmou que a dor sofrida nesse período, “as cicatrizes visíveis e invisíveis” podem ser “suportadas” porque hoje o país tem uma democracia “sólida”.

(G1)

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