Sub e CET são cobradas

A Subprefeitura Mooca e a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) voltaram a ser cobradas com relação à execução de projetos e obras, durante reunião do Conseg do Tatuapé, na segunda-feira, dia 20. O representante da subprefeitura, que atua na Defesa Civil, esteve no encontro e afirmou que as equipes estiveram empenhadas por um bom tempo na questão da árvores do Largo da Concórdia e também na queda da fachada de uma fábrica de colchões próximo ao Viaduto Guadalajara.

A afirmação do funcionário da Prefeitura ocorreu após os moradores o questionarem sobre o trabalho ruim oferecido pela subprefeitura. Um dos casos tratava da quantidade de carros abandonados pelas ruas, o outro referia-se à falta de rampas de acesso para “cadeirantes” na Rua Coronel Joaquim Antonio Dias. Sobre esses assuntos, o técnico revelou não ter “plataforma” própria para retirar os veículos e que as obras de acessibilidade serão revistas.

Outros residentes do Tatuapé reclamaram da interrupção do atendimento do serviço de coleta seletiva, e da falta de comunicação entre subprefeitura e CET. Na segunda situação, o morador citou a Rua Demétrio Ribeiro como exemplo. Conforme ele, não colocaram faixas na rua avisando sobre o serviço de recapeamento. Depois, realizaram o trabalho com carros estacionados. Resultado: quando os veículos saíram, ficou o buraco, que foi feito depois e ficou diferente do restante da rua. O representante da subprefeitura admitiu a existência de falha na comunicação no caso da Demétrio. Já sobre o tema da coleta, ele iria verificar se houve alguma alteração no sistema.

CET RESPONDE

No que diz respeito à CET, moradores pediram a reestruturação do tempo semafórico de algumas vias. No caso da Rua Serra de Japi, motoristas reclamaram de que quando acessam a rua pela Avenida Radial Leste param em cinco semáforos seguidos, enquanto na Rua Apucarana o tempo de abertura e fechamento dos semáforos é diferente, privilegiando a fluidez.

Para Luiz Carlos, representante da companhia no Conseg, as demandas serão atendidas na medida do possível, pois são muitas. Com relação ao projeto binário (quando uma rua sobe e a outra desce), outra reivindicação antiga, Carlos adiantou ser um problema mais complexo de resolver. Segundo ele, a melhor alternativa é formular um abaixo-assinado solicitando a mudança nas mãos de direção das ruas.

Condôminos de um prédio existente na Rua Cantagalo, próximo ao número 339, reclamaram do fato de não conseguirem sair da garagem do prédio em horários de entrada e saída de alunos de uma escola próxima. Por isso, pediram o apoio da CET na fiscalização do local. Carlos relatou que encaminhará a reclamação aos técnicos e aproveitou para divulgar o número 1188 caso as pessoas encontrem outras irregularidades, além da citada.

Uma frequentadora do Ceret pediu ao representante da companhia que reforce a orientação dos motoristas que estacionam na Rua Canuto de Abreu. De acordo com ela, muitas pessoas se enganam ao verem outros carros parados e acabam sendo multadas. O local está sinalizado com placas.

MUDANÇA GCM
O inspetor da GCM, presente ao encontro, deu uma boa notícia aos tatuapeenses. O grupamento que estava na Mooca poderá ser transferido para o Largo do Bom Parto. Além da mudança, o guarda frisou as ações realizadas contra “pancadões” nas ruas Cesário Galeno e Marcial. Ele disse que, além do barulho, camelôs atrapalham o trânsito e “tomam” o lugar do comércio regular. Os moradores agradeceram e solicitaram a volta da base móvel da GCM ao Bom Parto.

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