Se já estava ruim, agora ficou pior

Pensávamos que já tínhamos atingido o ponto mais profundo de nossa crise econômica, no entanto, o drama só estava começando.

O Brasil perdeu o mínimo de credibilidade que ainda detinha de bom pagador, o País foi rebaixado em grau de investimentos, o que significa que deixou de ser indicado com credibilidade para os investidores e para os credores.

À primeira vista, parece que isso não muda nada, que não atinge o povo, pois é coisa de ricos, de bancos e de mercado financeiro, de coisas que estão em um patamar inatingível pelos simples mortais das classes mais humildes.

Ledo engano. Essa atitude, que vem do exterior, atinge a todos os brasileiros, desde os mais humildes até os mais ricos.

O tempo todo estamos falando que precisamos retomar o crescimento para sair da crise, que isso significa a criação de mais empregos e manutenção dos que existem, no entanto, com mais essa pancada na cabeça dos brasileiros, vão embora as esperanças de uma recuperação rápida da economia.

Com esse conceito de mau pagador e de país pouco atraente para investimentos, o dinheiro desaparece para novas aquisições e o que é oferecido custará muito caro. O Brasil passou a ser tomado como um país que oferece risco aos investidores e, com isso, os empresários que pensavam em aumentar ou criar novos negócios, para incentivar a criação de empregos, se retraem e tudo continua como estava antes.

Por isso é que dissemos que essa medida, que parece coisa da elite, é coisa para todas as castas, atinge a todos e cria uma situação mais desesperadora para aqueles que perderam seus empregos, que agora passam a ver mais de longe a possibilidade de se reempregar.
Se não bastasse isso, o ministro Levy e a presidenta Dilma, insistem na necessidade de aumentar impostos para tapar o rombo do orçamento.

Aliás, esse rombo colaborou muito para a perda de credibilidade do Brasil, por sinal mais uma grande burrada da presidenta e sua equipe, ao apresentar um orçamento com déficit para forçar o Congresso a aprovar aumento de impostos. Com isso, ela demonstra ao mundo o tamanho de nossa crise e desorganização governamental.

Aumentar impostos para reequilibrar contas e com isso iniciar um processo de recuperação da economia. Essa ideia é de uma insensatez fenomenal. No momento em que você aumenta imposto, você retira dinheiro da circulação, diminui a capacidade de investimentos do empresariado e reduz a capacidade de compra do povo.

Como consequência, mais recessão, mais miséria e fome, aumentando apenas os lucros do governo, que continua a manter sua nababesca vida de luxúria. Isso porque a presidenta e sua equipe não querem diminuir despesas e preferem lançar sobre o povo o custo de sua irresponsabilidade, incapacidade e imoralidade.

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