SÃO MATEUS – Hospital Geral ganha 19 leitos para queimados

SÃO MATEUS – Hospital Geral ganha 19 leitos para queimados

O Hospital Geral de São Mateus recebeu, na última terça-feira, 8, 19 leitos especializados para a ala de tratamento de queimados. O espaço, que abrange uma área de 770 m², ainda contará com quatro leitos de UTI especializada, salas de emergência, curativos e recuperação pós-anestésica e uma nova sala cirúrgica.

R$ 15 MILHÕES
A reforma, orçada em R$ 15 milhões, inclui ainda a ampliação de cinco para dez leitos de UTI pediátrica, adequação e modernização dos serviços de nutrição e dietética, almoxarifado e farmácia e a recuperação parcial da fachada do hospital.  No total, 3,8 mil m² de área da unidade estão sendo reformados.

URGÊNCIA
Referência para casos de média e alta complexidade, o hospital é uma unidade sob a administração direta da Secretaria Estadual da Saúde que oferece atendimento de urgência e emergência, internações nas áreas de clínica médica, cirúrgica, ginecológica e obstetrícia, pediátrica e de queimados e atendimento ambulatorial em 22 especialidades médicas.

PARTO
A unidade também conta com um centro de parto natural, centro cirúrgico, agência transfusional, radiologia, laboratório de análises clínicas e aparelhos de ultrassonografia e endoscopia. Em média, o hospital realiza 7 mil pronto-atendimentos e 5 mil atendimentos ambulatoriais por mês.

O hospital também oferece o Núcleo de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica, cujo objetivo é atender  pessoas que sofreram algum tipo de violência seja ela doméstica, física, psicológica ou qualquer tipo de agressão que necessite de acompanhamento e encaminhamento, para Casas de Apoio, Abrigos, Conselho Tutelar, Delegacia da Mulher, Instituto Médico Legal (IML) e outros.

MINISTÉRIO PÚBLICO
A atual diretora técnica do Hospital Geral, Maridite Cristóvão Gomes de Oliveira, foi condenada, junto com o marido, José Augusto da Silva Ramos, por improbidade administrativa em Diadema. Ele como ex-prefeito da cidade e ela enquanto ex-diretora do departamento de Saúde. A condenação dos dois se deu quando o ex-prefeito abriu, em 1992, um concurso público para o preenchimento de 70 vagas de médicos e de outros cargos na área da Saúde. Isto porque, na época, eles participaram do certame e foram aprovados, inclusive Maridite passou em primeiro lugar. Em 2005 os réus recorreram ao Supremo Tribunal Federal, mas as decisões foram mantidas. Além disso, lhes foi aplicada uma multa processual de 1% sobre o valor corrigido da causa (R$ 5 milhões, em fevereiro de 1996).

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