Rua Tuiuti – Denúncias apontam camelôs e prostituição

Rua Tuiuti – Denúncias apontam camelôs e prostituição

A Rua Tuiuti, entre a Avenida Celso Garcia e a Rua Melo Peixoto, no Tatuapé, foi um dos temas de debate durante a reunião do Conseg Parque São Jorge, na última segunda-feira, dia 9. A moradora e vice-presidente do Conseg, Cristiane Casseb, afirmou que estão ocorrendo diversos problemas no endereço, porém, a fiscalização não tem sido suficiente para resolvê-los.

Segundo a moradora, um dos pontos está relacionado a casas noturnas com shows eróticos e de prostituição, que estão próximas a escolas de ensino médio e infantil. “Não é possível conceber que esse tipo de comércio esteja na mesma rua em que crianças e adolescentes estejam circulando. Uma delas, inclusive, distribui panfletos relativos aos seus serviços na própria porta”, reclamou Cristiane. Ela relatou, também, o fato de algumas garotas buscarem seus clientes na plataforma da estação Tatuapé do Metrô e de lá seguirem para hotéis próximos.

Barracas vendem de tudo”

Outra questão levantada durante o encontro estava ligada aos camelôs, que estão se espalhando pela via e também pela passarela do Metrô. Cristiane estava indignada por conta das barracas venderem CDs e DVDs piratas, roupas, frutas, aparelhos eletrônicos e outros objetos, contudo não eram fiscalizadas pela Guarda Civil Metropolitana (GCM) e pela Prefeitura Regional Mooca. Na passarela da estação as ações ficam a cargo da segurança da Companhia do Metropolitano, porém as vendas de produtos e bilhetes ilegais acontecem livremente.

Após relatar os dois casos, a moradora sugeriu urgência na implantação da Operação Delegada na região. “Somente uma ação conjunta conseguirá por fim a esses abusos”, apontou. Por fim, Cristiane alertou para os donos de bares que ocupam calçadas com mesas e para os proprietários de veículos que costumam deixar os aparelhos de som ligados no último volume.

O OUTRO LADO

De acordo com o delegado assistente do 52º DP, é feito um trabalho para coibir os jogos ilegais com a apreensão de máquinas caça-níqueis. “Infelizmente são abertos inquéritos, mas as penas são irrisórias. Com isso, alguns comerciantes insistem no erro. Quanto à questão da prostituição, alguns lugares atuam com sistema de book e isso dificulta as investigações”, frisou. Walter Mezzetti, coordenador do governo local da Prefeitura Regional Mooca, afirmou que têm sido feitas ações no local.

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