Parque do Piqueri – Preocupação com assaltos

Parque do Piqueri – Preocupação com assaltos

O frequentador do Parque do Piqueri e morador do Parque São Jorge, Wismar Rabelo, afirmou, durante a reunião do Conseg, realizada no dia 10, que os visitantes do parque vêm sendo alvo de assaltos. De acordo com Rabelo, indivíduos que caminham pelo lado de fora da área de lazer, ao lado da Marginal Tietê, ficam observando as pessoas que praticam caminhada na parte interna, através da grade. Quando os suspeitos verificam que a pessoa está sozinha, eles saltam sobre o gradil de proteção e abordam a vítima, visando principalmente carteiras e celulares.

Não é a primeira vez que usuários do Piqueri reclamam desse tipo de acontecimento. Em outras oportunidades, a Guarda Civil Metropolitana (GCM) chegou a aumentar o efetivo direcionado ao local para que os guardas pudessem observar os lugares mais afastados da entrada do parque. O morador chegou a sugerir que a Prefeitura Regional Mooca pedisse à Secretaria do Verde e do Meio Ambiente que colocasse algum tipo de material cortante sobre as grades, como arame farpado, por exemplo.

Arame farpado é proibido”

Para o representante da regional, que estava na reunião, as normas da Prefeitura não permitem a utilização desse tipo de material. “Até porque, caso o suspeito tente pular sobre a grade e se machuque, a administração será responsabilizada por ter desrespeitado as normas”, explicou. Rabelo sugeriu, então, que a GCM providenciasse uma base móvel para o Piqueri até que o problema fosse resolvido.

Segundo o inspetor da Guarda, Cláudio Gongora, será difícil atender ao morador, já que a base móvel da região e muitos guardas estão empenhados em atender a região do Brás. “Portanto, não existe efetivo suficiente para realizar esse trabalho”, completou. O comandante da 2ª Cia. do 51º Batalhão da PM, capitão Edson Serra, pediu a todos os que sofreram esse tipo de crime ou tiveram contato com as vítimas, que procurem ou indiquem a Cia. da PM ou a delegacia mais próxima para registrar o boletim de ocorrência. “Esses números vão para a estatística do Copom e podem ser revertidos no aumento do número de policiais para a região”, explicou.

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