‘Lulopetismo’: tratamento merecido

Há mais de 12 anos falamos das consequências que viriam com o “lulopetismo” e que o projeto de “tudo dominado” não daria certo. Um país com um regime democrático não pode ficar nas mãos de um único partido, especialmente quando ele é mal-intencionado.

Sem sombra de dúvida, tudo o que estamos hoje assistindo, “de camarote”, foi uma desgraça anunciada.

Ainda durante toda a campanha para a presidência, do ano passado, tentamos, com toda a imprensa lúcida deste País, alertar a população de que estávamos ingressando em um grande estelionato eleitoral, que não deveríamos dar crédito às palavras ditas por Lula, Dilma e todos seus correligionários, que tudo não passava de trapaça, de engodo, de campanha suja e fantasiosa para arregimentar votos e denegrir a imagem dos outros candidatos.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse na semana passada que, dentre suas providências, uma delas será rever as políticas sociais, pois custam muito caro ao governo e trazem pouca produtividade.

Há quanto tempo falamos que tais políticas deveriam exigir em troca um beneficio para o cidadão e para sociedade, mas isso é impopular, faz perder votos. O popular é dar a esmola sem saber a quem e por qual razão. No final está dando no que estamos hoje assistindo.

As rendas que foram ganhas na Petrobras no passado e que vieram do esforço e seriedade de governos, desde Getúlio Vargas, ganhas de “canequinha”, foram distribuídas pelos governos Lula e Dilma petista, de “balde” para os amigos e que se tornaram milionários do dia para noite.

A maior irresponsabilidade já vista, aliás, nada que não tenha sido perfeitamente previsto.

Como fugir dessa responsabilidade? Como esconder-se? Viram o tal do tesoureiro do PT, o sr. João Vaccari Neto? Aquartelou-se dentro de casa e nem abriu os portões para a Polícia Federal. Com medo, foi obrigado a entregar-se, com os policias pulando o muro. Que vergonha!

Esse senhor teria arrecadado para o partido, de 2003 a 2012, mais de R$ 200 milhões. Claro, sem contar o que ficou para ele e para seus grandes chefes, porque, afinal, nesse mundo da corrupção ninguém é “bobinho”. Todos devem ficar com uma grande parcela pessoal, já que a “petezada” não deixaria por menos.

O problema é que essa questão não está atingindo só a Petrobras, mas ao País como um todo e sua população. Em verdade, as consequências ainda não estão sendo plenamente sentidas, pois ainda há gente empregada, felizmente, mas não se sabe por quanto tempo.

O mais interessante é que os grandes comandantes, Lula e Dilma, estão escondidos neste momento, nem falam, nem aparecem em público, parece que não têm nada com isso. Tudo aconteceu durante seus governos, mas eles não sabiam de nada.

O presidente do PT, entrevistado, simplesmente diz que nada foi provado e que todo o dinheiro que entrou para o partido foi lícito e que tudo está comprovado. Realmente é ser muito “cara de pau”.

Na verdade, nem se conseguiu chegar a um número final para avaliar as perdas, tanto que a empresa de auditoria não finalizou seu trabalho na Petrobras porque não quer atestar números inconfiáveis.

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