Gostar do que faz

Sr. redator:
“Apesar de os índices de desemprego continuarem estáveis em patamares bem baixos, o país sente falta de mão de obra qualificada para alimentar o mercado de trabalho. Existe uma defasagem entre o que é ensinado nas escolas e o que as empresas exigem e, com isso, cresce a necessidade de qualificar cada vez mais nossos jovens por meio de especializações ou programas de estágio e aprendizagem. Mesmo para aqueles que conseguirem seu espaço no mercado de trabalho, a formação deverá ser contínua. Quem acha que a conquista do diploma significa o fim do ciclo de estudos está enganado, com sérios riscos de tornar-se um profissional defasado em sua área de atuação. O graduado em informática, por exemplo, terá, obrigatoriamente, que fazer cursos de atualização durante toda a trajetória profissional para lidar com os novos programas que não param de surgir. Da mesma forma o engenheiro, o médico, o professor e a grande parte dos profissionais. Agora, a carreira é construída ao longo de toda uma existência. Por isso, a escolha da profissão, nos dias atuais, deve ser encarada como parte de um projeto de vida.

Mas para alcançar um futuro promissor é necessário, antes de tudo, gostar do que faz.”

Luiz Gonzaga Bertelli

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