CARROS NO TATUAPÉ – Furtos e roubos preocupam

CARROS NO TATUAPÉ – Furtos e roubos preocupam

Moradores do entorno da Praça José Luiz, junto à Rua Henrique Dumont e entre as ruas Boa Esperança e Antonio Fernandes de Abreu, no Tatuapé, estão preocupados com o aumento de furtos e roubos de veículos no local. Segundo eles, as ações demonstram ousadia e preparo dos suspeitos. Ariovaldo Pires, por exemplo, chegou a colocar avisos nas árvores com os dizeres: “Cuidado, ladrão de carro!”.

SUSPEITOS
Conforme o morador, há cerca de três meses pessoas estranhas começaram a frequentar a praça como se estivessem observando a movimentação da vizinhança. “Como estamos cercados por condomínios residenciais e comerciais, tanto familiares, que visitam parentes, quanto prestadores de serviços, estacionam o veículo junto à praça. No entanto, quando retornam do encontro ou do trabalho, são surpreendidos com o fato do carro ter sido roubado”, contou Pires.

VIOLÊNCIA
Ele revelou que muitos de seus vizinhos estão apavorados, pois alguns dos bandidos agem com violência, enquanto outros desrespeitam idosos e gestantes. “A frequência da Polícia Militar no local é pequena com relação ao número de crimes. Mesmo assim, quando os moradores têm a oportunidade de falar com os policiais, avisam sobre o modo de agir dos criminosos e dão algumas características”, ressaltou Pires.

SUB E ILUME
O morador salientou, também, que a Subprefeitura Aricanduva/Formosa/Carrão e o Departamento de Iluminação Pública (Ilume) poderiam dar mais atenção ao local. Muitas copas das árvores impedem a passagem da luz das lâmpadas. Além disso, as luminárias são muito altas e a luminosidade acaba não sendo suficiente para clarear alguns pontos. “Os lugares mais escuros têm favorecido a presença de usuários de drogas e dos próprios bandidos que ficam escondidos antes de atacar”, reclamou.

DESESPERO
Pires declarou que um dos casos mais tocantes foi relacionado a um idoso que havia levado a esposa ao médico, mas, ao retornar à praça, se desesperou ao não encontrar o carro. “Como ela tinha dificuldade de caminhar, ele teve de chamar um táxi”, completou.

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